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Category : Gestão de Pessoas

Saia das dívidas em sete passos.

O site Contábeis publicou recentemente uma matéria nos ajudando como sair das dívidas em apenas sete passos. Se a dívida é de um real, mil reais, cem mil reais ou ainda mais… há saída (e não significa sair sem pagar). Antes de seguir as etapas é importantíssimo ter e fazer os dois Princípios abaixo:

Princípio 1. Traga a responsabilidade para você. Esqueça culpar governo, empresa, país, vizinhos, parentes. Evite desperdiçar energia para prosperar com as lástimas do passado. O que passou já foi, não importa o que gerou as dívidas; agora importa fazer a retomada e crescer financeiramente.

Princípio 2. Saia do conformismo. Para sair das dívidas será necessário sim um esforço, que pode não ser sacrifício mas será esforço. Tudo que exige mais de nós, da nossa zona de conforto pede esforço. É só imaginar a prática de um esporte: não é sacrifício porque a pessoa escolheu uma modalidade que gosta; mas para ter bons resultados terá de se esforçar. O mesmo valerá para quitar as dívidas.

De posse destes Princípios, sabendo que terá de vencer a vontade de culpar os outros além de ter consciência do esforço que será necessário, comece sua estratégia de sucesso para riscar as dívidas do seu caminho, tanto pessoal quanto empresarial:

 

1) Saiba como é sua dívida acumulada e a dívida cotidiana – Tire um tempo confortável e liste tudo, absolutamente tudo que é dívida acumulada, aquela que tira a sua paz: o que está atrasado, o valor atualizado e para quem. Depois liste tudo que é dívida cotidiana: são as contas de consumo (pois pagamos após consumir), plano de televisão, telefonia, além dos compromissos do dia a dia (financiamento de imóveis, mensalidade escolar, estimativa de supermercado, feira, farmácia) para saber claramente quanto custa a sua vida mensalmente. Entenda que a dívida acumulada tem de ser quitada até para que a dívida cotidiana esteja em equilíbrio. O seu objetivo futuro deve ser ter uma reserva para bancar as dívidas cotidianas e pagar sem jamais atrasar. Para saber isso é preciso ter a planilha financeira, sempre atualizada.

2) Anote o que gasta, não importa o valor – Cinco reais isoladamente parecem pouca coisa, mas acumulados podem bancar a quitação de uma dívida. Vamos saber onde o dinheiro está sendo gasto, e para isso só com uma lista de tudo o que foi gasto é possível determinar. Faça isso todos os dias, vai se tornar hábito.

3) Defina meta: até quando pagar tudo – De posse dos números da dívida acumulada, analise criteriosamente como vai pagar isso. Será necessário fazer mais dinheiro na grande maioria dos casos, portanto evite cair na meta miraculosa (em um mês tá tudo pago) ou na meta indefinida (em dez, vinte anos eu talvez pague).  Prefira ser realista do que otimista e calcule um tempo razoável.

4) Planeje a estratégia e corte custos – Analise a melhor forma de fazer mais dinheiro – RESISTA A PEDIR EMPRÉSTIMOS – e una a forma de fazer dinheiro com a forma de reduzir despesas. Lembre que isso tem um objetivo: trazer paz e equilíbrio financeiro. Se precisar cortar lazer por uns meses, faça. Vai ter de vender o carro (se não for algo que te ajude a fazer dinheiro), venda. Esqueça o orgulho. Todos os milionários já passaram por isso: quebraram, estruturaram e retomaram após acabar com o passivo endividado. Assim sendo, faça como os milionários: jogue o orgulho no lixo e faça dinheiro além de reduzir despesas ao máximo. Zero compras de impulso, zero cartão de crédito. É tempo de guerra.

5) Una toda a família nesta empreitada, una sua empresa, seja o líder da mudança – Nada adiantará se só você remar na direção contrária num barco onde todos vão para um lado só: coloque todos no mesmo barco com a mesma visão. Curiosamente, crianças são as primeiras a se motivarem com a redução de despesas. Estimule isso e faça com que sejam parceiras de economia. Os funcionários da sua empresa poderão ficar surpresos num primeiro momento mas depois vão entender e acreditar que seu líder, seu chefe está sendo honesto e determinado para o bem de todos. Evite esconder a situação, e movimente a energia para que a dívida acabe o quanto antes.

6) Foco, foco, foco – Vai acontecer o momento de desistir, quando tudo parece que não dá certo. INSISTA. Evite deixar para depois ou procrastinar. Siga firme no objetivo por mais que pareça impossível, pois na verdade não existe impossível. Traga o foco também para a família ou empresa. O nome disso pode ser teimosia, e fará um grande bem.

7) Inove – À medida que este plano de geração de renda e fim da dívida se desenvolver, certamente ideias novas virão para seus negócios, sua família e seu crescimento pessoal. É nesta hora que oportunidades surgem. Muita gente descobre novos mercados quando se esforça para vender mais e tem resultados incríveis. Na dúvida, lembre que o “não” você já tem. Faça, inove, empreenda.

Ótimos passos para sair do vermelho. Vamos tentar?

Publicado por Contábeis – O Portal da Profissão Contábil, em 17/04/2018.

 

Divulgada nova Instrução Normativa com as regras para apresentação da ECD

INSTRUÇÃO NORMATIVA 1.774 RFB, DE 22-12-2017
(DO-U DE 27-12-2017)

 

ECD – ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL – Normas

 

Divulgada nova Instrução Normativa com as regras para apresentação da ECD
A Instrução Normativa 1.774 RFB/2017 consolida os atos normativos referentes à ECD, inclusive aqueles editados pelo Conselho Federal de Contabilidade. A ECD deve ser apresentada pelas pessoas jurídicas e equiparadas obrigadas a manter escrituração contábil nos termos da legislação comercial, inclusive entidades imunes e isentas, e pelas microempresas ou empresas de pequeno porte que tenham recebido aporte de capital de investidor-anjo. O empresário e a sociedade empresária que não estejam obrigados, para fins tributários, a apresentar a ECD, podem apresentá-la, de forma facultativa, a fim de atender ao disposto no artigo 1.179 da Lei 10.406/2002 que os obriga a seguir um sistema de contabilidade, mecanizado ou não, com base na escrituração uniforme de seus livros, em correspondência com a documentação respectiva, e a levantar anualmente o balanço patrimonial e o de resultado econômico.
Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação no DO-U e produzirá efeitos a partir de 1-1-2018, quando ficará revogada a Instrução Normativa 1.420 RFB, de 19-12-2013.


O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos III e XXV do art. 327 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 430, de 9 de outubro de 2017, e tendo em vista o disposto no art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, nos arts. 1.179 e 1.180 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, e no art. 2º do Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007, resolve:

Art. 1º Esta Instrução Normativa dispõe sobre a Escrituração Contábil Digital (ECD) a que são obrigadas as pessoas jurídicas e equiparadas e sobre a forma e o prazo de sua apresentação.

Art. 2º A ECD compreenderá a versão digital dos seguintes livros:

I – livro Diário e seus auxiliares, se houver;

II – livro Razão e seus auxiliares, se houver; e

III – livro Balancetes Diários, Balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos assentamentos neles transcritos.

Parágrafo único. Os livros contábeis e documentos mencionados no caput devem ser assinados digitalmente, com certificado digital emitido por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), a fim de garantir a autoria, a autenticidade, a integridade e a validade jurídica do documento digital.

Art. 3º Deverão apresentar a ECD as pessoas jurídicas e equiparadas obrigadas a manter escrituração contábil nos termos da legislação comercial, inclusive entidades imunes e isentas.

§ 1º A obrigação a que se refere o caput não se aplica:

I – às pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional) , instituído pela Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006;

II – aos órgãos públicos, às autarquias e às fundações públicas;

III – às pessoas jurídicas inativas, assim consideradas aquelas que não tenham realizado, durante o ano-calendário, atividade operacional, não operacional, patrimonial ou financeira, inclusive aplicação no mercado financeiro ou de capitais as quais devem cumprir as obrigações acessórias previstas na legislação específica;

IV – às pessoas jurídicas imunes e isentas que auferiram, no ano-calendário, receitas, doações, incentivos, subvenções, contribuições, auxílios, convênios e ingressos assemelhados cuja soma seja inferior a R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais) ou ao valor proporcional ao período a que se refere a escrituração contábil; e

V – às pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido que não distribuíram, a título de lucro, sem incidência do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF), parcela de lucros ou dividendos superior ao valor da base de cálculo do IRRF diminuída dos impostos e contribuições a que estiver sujeita.

§ 2º As exceções a que se referem os incisos I e V do §1º não se aplicam à microempresa ou empresa de pequeno porte que tenha recebido aporte de capital na forma prevista nos arts. 61-A a 61-D da Lei Complementar nº 123, de 2006.

§ 3º As pessoas jurídicas do segmento de construção civil dispensadas de apresentar a Escrituração Fiscal Digital do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) – EFD ICMS/IPI – ficam obrigadas a apresentar o livro Registro deInventário na ECD, como livro auxiliar.

§ 4º A Sociedade em Conta de Participação (SCP) enquadrada nas hipóteses de obrigatoriedade de apresentação da ECD deve apresentá-la como livros próprios ou livros auxiliares do sócio ostensivo.

§ 5º O empresário e a sociedade empresária que não estejam obrigados, para fins tributários, a apresentar a ECD, podem apresentá-la, de forma facultativa, a fim de atender ao disposto no art. 1.179 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002.

Art. 4º A ECD deve ser gerada por meio do Programa Gerador de Escrituração (PGE), desenvolvido pela RFB e disponibilizado na Internet, no endereço http://sped.rfb.gov.br.

Parágrafo único. O PGE dispõe das seguintes funcionalidades, a serem utilizadas no processamento da ECD:

I – criação e edição;

II – importação;

III – validação;

IV – assinatura;

V – visualização;

VI – transmissão para o Sped; e

VII – recuperação do recibo de transmissão.

Art. 5º A ECD deve ser transmitida ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) , instituído pelo Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007, até o último dia útil do mês de maio do ano seguinte ao ano-calendário a que se refere a escrituração.

§ 1º O prazo para entrega da ECD será encerrado às 23h59min59s (vinte e três horas, cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos), horário de Brasília, do dia fixado para entrega da escrituração.

§ 2º A ECD transmitida no prazo previsto no caput será considerada válida depois de confirmado seu recebimento pelo Sped.

§ 3º Nos casos de extinção da pessoa jurídica, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, a ECD deve ser entregue pela pessoa jurídica extinta, cindida, fusionada, incorporada e incorporadora, observados os seguintes prazos:

I – se a operação for realizada no período compreendido entre janeiro a abril, a ECD deve ser entregue até o último dia útil do mês de maio daquele ano; e

II – se a operação for realizada no período compreendido entre maio a dezembro, a ECD deve ser entregue até o último dia útil do mês subsequente ao do evento.

§ 4º A obrigação prevista no § 3º não se aplica à incorporadora nos casos em que esta e a incorporada estavam sob o mesmo controle societário desde o ano-calendário anterior ao do evento.

Art. 6º A autenticação dos livros e documentos que integram a ECD das empresas mercantis e atividades afins, subordinadas às normas gerais prescritas na Lei nº 8.934, de 18 de novembro de 1994, será comprovada pelo recibo de entrega da ECD emitido pelo Sped,dispensada qualquer outra autenticação.

Art. 7º A ECD autenticada somente pode ser substituída caso contenha erros que não possam ser corrigidos por meio de lançamento contábil extemporâneo, conforme previsto nos itens 31 a 36 da Interpretação Técnica Geral (ITG) 2000 (R1) – Escrituração Contábil, do Conselho Federal de Contabilidade, publicada em 12 de dezembro de 2014.

§ 1º Na hipótese de substituição da ECD, sua autenticação será cancelada e deverá ser apresentada ECD substituta, à qual deve ser anexado o Termo de Verificação para Fins de Substituição que passará a integrá-la, o qual conterá:

I – a identificação da escrituração substituída;

II – a descrição pormenorizada dos erros;

III – a identificação clara e precisa dos registros com erros, exceto quando estes decorrerem de erro já descrito;

IV – autorização expressa para acesso às informações pertinentes às modificações por parte do Conselho Federal de Contabilidade; e

V – a descrição dos procedimentos pré-acordados executados pelos auditores independentes quando estes julgarem necessário.

§ 2º O Termo de Verificação para Fins de Substituição deve ser assinado pelo profissional da contabilidade que assina os livros contábeis substitutos e, no caso de demonstrações contábeis auditadas por auditor independente, também por este.

§ 3º O profissional da contabilidade que não assina a escrituração poderá manifestar-se no Termo de Verificação para Fins de Substituição de que trata o § 1º, desde que essa manifestação se restrinja às modificações nele relatadas.

§ 4º A substituição da ECD prevista no caput só pode ser feita até o fim do prazo de entrega relativo ao ano-calendário subsequente.

§ 5º São nulas as alterações efetuadas em desacordo com este artigo ou com o Termo de Verificação para Fins de Substituição.

Art. 8º A apresentação dos livros digitais de acordo com o disposto nesta Instrução Normativa supre:

I – em relação às mesmas informações, a exigência contida na Instrução Normativa SRF nº 86, de 22 de outubro de 2001, e na Instrução Normativa MPS/SRP nº 12, de 20 de junho de 2006;

II – a obrigação de escriturar o Livro Razão ou fichas utilizados para resumir e totalizar, por conta ou subconta, os lançamentos efetuados no Diário, prevista no art. 14 da Lei nº 8.218, de 29 de agosto de 1991; e

III – a obrigação de transcrever, no Livro Diário, o Balancete ou Balanço de Suspensão ou Redução do Imposto, de que trata o art. 35 da Lei nº 8.981, de 20 de janeiro de 1995.

Art. 9º
 Os usuários do Sped a que se referem os incisos I, II e III do art. 3º do Decreto nº 6.022, de 2007, terão acesso às informações relativas à ECD disponíveis no ambiente nacional do Sped.

§ 1º O acesso a que se refere o caput será realizado com observância das seguintes regras:

I – será restrito às informações pertinentes à competência do usuário;

II – o usuário deve guardar quanto às informações a que tiver acesso os sigilos comercial, fiscal e bancário de acordo com a legislação respectiva; e

III – será realizado na modalidade integral para cópia do arquivo da escrituração, ou na modalidade parcial para cópia e consulta à base de dados agregados, que consiste na consolidação mensal de informações de saldos contábeis e nas demonstrações contábeis.

§ 2º Para realizar o acesso na modalidade integral o usuário do Sped deverá ter iniciado procedimento fiscal dirigido à pessoa jurídica titular da ECD ou que tenha por objeto fato a ela relacionado.

Art. 10. O acesso ao ambiente nacional do Sped fica condicionado a autenticação mediante certificado digital credenciado pela ICP-Brasil, emitido em nome dos usuários a que se referem os incisos I, II e III do art. 3º do Decreto nº 6.022, de 2007.

§ 1º O acesso previsto no caput também será possível à pessoa jurídica em relação às informações por ela transmitida ao Sped.

§ 2º Será mantido no ambiente nacional do Sped, pelo prazo de 6 (seis) anos, registro dos eventos de acesso, que conterá:

a) identificação do usuário;

b) identificação da autoridade certificadora emissora do certificado digital;

c) o número de série do certificado digital;

d) a data e a hora da operação; e

e) a modalidade de acesso realizada, de acordo com o art. 9º.

§ 3º As informações sobre o acesso à ECD ficarão disponíveis para o seu titular, às quais ele poderá ter acesso mediante utilização decertificado digital.

Art. 11. Aplicam-se as multas previstas no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001, à pessoa jurídica que deixar de apresentar a ECD nos prazos fixados no art. 5º ou que apresentá-la com incorreções ou omissões, sem prejuízo das sanções administrativas, cíveis e criminais cabíveis, inclusive aos responsáveis legais.

Parágrafo único. As multas a que se refere o caput não se aplicam à pessoa jurídica não obrigada a apresentar ECD nos termos do art. 3º, inclusive à que a apresenta de forma facultativa ou esteja obrigada por força de norma expedida por outro órgão ou entidade da administração pública federal direta ou indireta que tenha atribuição legal de regulação, normatização, controle e fiscalização.

Art. 12. A Coordenação-Geral de Fiscalização (Cofis) editará as normas complementares necessárias à aplicação do disposto nesta Instrução Normativa, em especial normas:

I – que estabeleçam regras de validação aplicáveis aos campos, registros e arquivos;

II – que instituam tabelas de códigos internas ao Sped; e

III – que criam as fichas de lançamento de que trata o inciso III do art. 2º.

Art. 13. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União e produzirá efeitos a partir de 1o de janeiro de 2018.

Art. 14. Fica revogada a partir de 1º de janeiro de 2018 a Instrução Normativa RFB nº 1.420, de 19 de dezembro de 2013.

 

Publicado por Contábeis – O Portal da Profissão Contábil – em 27/12/2017

Alcance o objetivo de se tornar uma pessoa mais ativa

 

Um dos maiores entraves a tornarmo-nos pessoas mais ativas é que existem muitas distrações na nossa vida, estamos sempre muito ocupados, o tempo é limitado e criamos hábitos que são muito difíceis de quebrar.

Portanto, o que podemos fazer para alcançar objetivos mais saudáveis e consequentemente melhorar a nossa saúde?
É aconselhável iniciar qualquer mudança com alterações pequenas e fáceis que possam caber sem dificuldades nas nossas vidas. Desta forma, a probabilidade de criar novos hábitos que tenham o potencial de perdurar é muito superior.
Não tente mudar muitas coisas ao mesmo tempo, pois certamente irá ficar desapontado. Quando tenta criar muitos hábitos saudáveis simultaneamente (por exemplo, eliminar o açúcar, fazer exercício físico todos os dias, etc.), está a reduzir drasticamente as suas hipóteses de se manter fiel aos mesmos.

Em vez disso, comece com algo pequeno e simples e implemente apenas um ou dois hábitos de cada vez. Devem ser tão simples que quase parecem ser demasiado fáceis.
Eis, por exemplo, algumas mudanças fáceis para aumentar o exercício físico no seu local de trabalho:

  • Utilize as escadas em vez do elevador, pode não acreditar mas subir escadas pode queimar mais calorias do que correr;
  • Caminhe até aos seus colegas em vez lhes enviar um email;
  • Estacione mais longe do escritório, saia numa estação de autocarro anterior à normal ou encontre um caminho mais longo para chegar ao trabalho;
  • Dê um passeio à hora do almoço, ou compre o almoço mais longe para que tenha que andar;
  • Tenha reuniões em pé em vez de se sentar numa sala;
  • Tente andar ou ficar em pé quando estiver ao telefone.

Para além disto, deverá criar metas realistas e específicas, como por exemplo, ir ao ginásio para um treino de 30 minutos duas vezes na próxima semana ou aumentar a sua contagem diária de passos para uns mil passos adicionais.
A motivação é outro fator muito importante. Vai precisar de motivação para ter a energia interna necessária para alcançar os seus objetivos.
Mas a motivação não é sempre constante e costuma diminuir, especialmente quando estamos estressados, cansados ou aborrecidos. Por esta razão, a responsabilização é uma ferramenta poderosa.
Essencialmente, a responsabilização fará com que se mantenha consistente e ajuda a ter de reportar a alguém (ou a si mesmo) o que tem feito (com sucesso ou sem sucesso), por exemplo, no que refere à sua dieta ou ao seu plano de treino.
Poderá criar um tipo de quadro ou gráfico que permita acompanhar os seus hábitos e ver como está a progredir em direção ao objetivo de melhorar a sua saúde.
Há uma série de tópicos que poderá monitorizar para perceber se está no caminho certo ou simplesmente para ter consciência dos seus padrões atuais (por exemplo, o consumo de água, a ingestão de calorias, ingestão ou não de refrigerantes, café, álcool, fast food, prática de exercício físico, etc.).
Também poderá acompanhar automaticamente a quantidade de passos que dá, usando um pedômetro, o seu telemóvel ou um chamado fitness tracker. Vai ficar surpreendido com a quantidade de passos a mais que pode dar se escolher ir pelas escadas em vez de elevador e se fizer uma caminhada de 25 minutos no horário de almoço ou depois do jantar.
Procure a companhia dos outros. O envolvimento social e a partilha de metas proporcionarão uma motivação maior do que encarar os novos hábitos sozinho.
A maioria das modalidades desportivas oferece oportunidades de sociabilidade, que servem de incentivo à participação contínua. Encontre a atividade física que lhe traz divertimento e alegria.
Em vez de fazer do exercício físico uma tarefa, faça o que o faz feliz. Deve encontrar algo divertido e isso irá motivá-lo a aparecer cada vez mais e a caminhar para uma vida mais saudável!

Publicado por: RH Online em 29/12/2017.

A importância do aprendizado de técnicas de liderança e motivação como competências na minha vida profissional.

images9WMC3JLRAcredito que algumas pessoas nascem com atributos e talentos importantes para liderar, porém se não souberem como usá-los de forma adequada não levarão ninguém a lugar nenhum e a um bem comum a todos.

Saber que é possível aprender e desenvolver técnicas de liderança e motivação já deve ser por si só um agente motivacional. Eu não preciso a vida toda esperar que me digam para que lado seguir, e ser somente os vagões de um trem puxado por uma locomotiva.

Quantas vezes nos aborrecemos com atitudes incoerentes de supostos líderes que comandam com imposições fazendo uma guerra fria com as pessoas. “Líderes” que não tem estratégia, que não pensam no bem comum da empresa, que não tem nenhum tipo de empatia com as pessoas. Indagamo-nos que se fossemos nós a liderar faríamos melhor.

Sorria! Você pode ser o maquinista desta locomotiva, mostrar a direção certa a ser seguida para o bem comum da sociedade e da sua empresa.

Uma boa comunicação que é uma característica importante de um bom líder pode ser dilatada, o primeiro passo é querer, mas, muitos têm dificuldade em se expressar e fazer-se entender, porém está particularidade pode ser estudada e ampliada.

Além disso, dizem por aí que o fato de termos dois ouvidos e uma única boca não são por acaso, vem nos mostrar que devemos mais ouvir do que falar. Vamos fazer um trabalho de reflexão: Imaginem vocês se aquele seu colega de trabalho falante tivesse duas bocas, quão destoante seria e cansativo ouví-lo falar por horas e horas. Brincadeiras a parte, um bom líder ouvi as pessoas, cria empatia com seus liderados, compreende suas necessidades e direciona-os para uma intenção onde todos podem ganhar, empresa e funcionários, num jogo de ganha-ganha.

Quanto a motivação, esta ocorre de dentro do ser humano para fora, ela recebe sim influências externas, mas é uma atitude, é uma ação, uma força interna do nosso organismo que nos impulsiona, nos direciona, que nos faz caminhar, um motor em pleno funcionamento.

Consigo sentir dentro de mim esta força, e gostaria de compartilhar com os senhores, sinto um desejo enorme de aplicar todas as disciplinas estudades em minhas atividades diárias, sejam elas profissionais ou pessoais, anseio muito fazer diferente e desenvolver as especialidades de um líder e poder ajudar as pessoas com ética e profissionalismo, alegria e disposição.

Quero fazer diferente de tudo que já vi e vivi na minha vida profissional, não serei o reflexo de tudo que assisti dos meus supostos líderes, significarei o oposto do que me aborrecia neles e que era alvo de minhas críticas internas que só meu coração conhecia.

Existe um provérbio Chinês que diz: “não podemos passar pela vida sem fazer três coisas, plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro”. Já plantei uma árvore, o livro escrevo diariamente com a minha vida, tenho uma filha linda, e tomo a liberdade poética de acrescentar mais um evento ao provérbio, não podemos passar pela vida sem antes influenciar positivamente as pessoas.

Você também pode caro amigo, antes de ser um Especialista em Pessoas, ser uma Pessoa Especial, lembrando-se sempre que as diferenças não são barreiras e sim riquezas que devem ser exploradas por nós. Amém.

Publicado por: Evandro Ávila Franco (consultor e especialista em Gestão de Pessoas).

Não quero rebaixar minha carteira

imagesVocê certamente já falou ou ouviu essa expressão!

É uma maneira de pensar e projetar sua carreira buscando um objetivo, no entanto, está cada vez mais difícil seguir fielmente este pensamento. Se você está empregado pode se dar ao luxo de sair da empresa atual para ganhar um salário mais atrativo. Porém se está desempregado, se tem compromissos a cumprir e precisa realmente trabalhar, é inevitável em alguns casos iniciar uma nova empreitada com um salário menor comparado ao último recebido.

As empresas atualmente buscam profissionais multitarefas ou polivalentes que possam desempenhar várias funções para reduzir sua folha de pagamento, ou especialistas que possam exercer suas atividades com eficiência contribuindo com a produtividade da empresa. Se o empresário encontrar esses profissionais e puder pagar um salário igual ou abaixo do que esperava desembolsar, Oba! Que beleza!

Muitas vezes alguns profissionais ficaram anos na mesma empresa e tiveram seus salários hiperinflacionados pelos dissídios da categoria, reajustes espontâneos ou por promoções, e ao final alcançaram um patamar de salário bem acima do que a média do mercado para o cargo. Se este profissional quiser ter uma nova oportunidade, encontrará dificuldades, e muitas vezes sujeitar-se a redução de seu salário para mostrar suas competências, não necessariamente é dar um passo para trás.

Pense neste exemplo:

No futebol, se um jogador é contratado com altos salários, ele chega cheio de expectativas por parte da imprensa, clube e torcida. Se nos primeiros jogos, erra um passe, não faz aquele gol que até sua vó faria, e não atende as expectativas, a paciência de todos se esgota rapidamente. É questão de tempo até que ele desenvolva todo seu potencial, ele precisa se adaptar a nova cidade onde está residindo, a estrutura física do local de trabalho, aos novos colegas, e aos processos de trabalho, além da cultura do clube/empresa.

No mercado de trabalho ocorre da mesma maneira, se for uma grande oportunidade, vale a pena ter seu salário reduzido, para ter o tempo de adaptação, começar a ser produtivo, fazer os olhos do patrão brilhar e posteriormente galgar um salário desejado.

“Vou viajar um pouco” com mais um exemplo:

É como o Moonwalker do Michael Jackson, você vai para trás, mas seus movimentos e direção é de quem caminha para frente!

Publicado por: Evandro Ávila Franco (consultor e especialista em Gestão de Pessoas).

5 características de um bom líder

untitleddepartmento-pessoalA imagem do líder vem se modificando a cada dia. A figura que antes demonstrava poder e era o centro das decisões, hoje tem se tornado cada vez mais humana devido à necessidade do mercado de intensificar cada vez mais os relacionamentos com todos os seus públicos. Outra mudança importante que os líderes das novas gerações tiveram que aprender é que liderar não é apenas ditar regras e atribuições.

Atualmente, os núcleos de trabalho funcionam como equipes e times e, em um time, todos os integrantes buscam os resultados – as funções podem ser diferentes, mas os objetivos são os mesmos. Segundo a coach especializada em desenvolvimento humano e organizacional Bibiana Teodori: “Um excelente líder cresce com o time e faz o time crescer com ele”.

Bibiana Teodori também acredita que bons líderes possuem uma linha de comportamento em comum que é fundamental para o sucesso de suas atribuições. Confira na sequência as principais características enfatizadas pela profissional.

Autoconhecimento

A primeira característica importante é a de saber guiar a si. Esta não é uma tarefa fácil e quem consegue fazê-la logo se torna um ponto de referência para os outros, um líder aos olhos de quem não possui essa capacidade.

Faz parte do autoconhecimento também saber gerenciar as próprias emoções, deixar de lado estados emocionais improdutivos, como medo, insegurança, depressão, ansiedade e estresse, no momento em que eles se tornam um obstáculo. Esses estados são emoções com significados específicos, que não podem ter espaço em determinadas situações.

Espírito de equipe

Assumir a responsabilidade de um grupo parece uma tarefa básica de todo e qualquer líder, mas na prática não é bem isso que acontece. Há líderes que são os primeiros a apontar as falhas de sua equipe, no entanto, um líder de sucesso deve achar os caminhos para resolver crises antes de distribuir culpas.

Ter poder de decisão

Outra característica importante de um bom líder é o poder de decisão. A ideia de que somos a soma total das decisões que tomamos na vida é um pensamento que deve ser o guia para uma pessoa envolvida em tomada de decisões, pois só assim é possível ter noção das consequências de uma decisão.

Quando uma pessoa entende a necessidade e a importância de se tomar boas decisões, naturalmente ela otimiza o seu poder de decisão.

Bom relacionamento

Normalmente um líder participa de um conjunto, onde existem outros líderes e outras equipes. A capacidade de criar relações positivas é que diferencia um líder, pois é isso o que evidencia a sua capacidade de criar vínculos e atrair as pessoas para si, assim como a capacidade de ouvir os integrantes da equipe o possibilita agir de maneira coerente com princípios compartilhados.

Versatilidade

O líder deve lidar bem com mudanças, entender e buscar oportunidades que forneçam a visão necessária para que seu negócio cresça. A versatilidade é uma ótima competência que motiva, inspira, energiza e cria líderes capazes de ter visão 360° de diversos assuntos que possam comprometer o seu dia a dia.

Publicado em: PORTAL CARREIRA & SUCESSO em 20/01/2015.